Sarney está velho e decadente, mas dificilmente vai entregar a presidência do senado. O cara sabe demais, se cair pode arrastar muitos com ele. No capítulo de ontem, dessa crise na Câmara Alta, Collor foi envolvido nas discussões, acusado por Pedro Simon. De repente, como mostrou até o Jornal Nacional, o ex-presidente apareceu possesso, com olhos de louco, só faltando espumar. Uma cena triste, que não está a altura da nossa representação política em Brasília.
Sarney.
Renan.
Collor.
Que país é este? Como perguntaria o velho Cazuza.
Ainda bem que ainda temos o Simon e Jarbas Vasconcelos.
O Poder é fascinante desde as mais remotas eras. Na antiguidade, Nicolau Maquiável já pregava o que conhecia, (não foi o criador nem apologista, portanto, das maldades dos Princípes) e se aquele "marqueteiro político" florentino pudesse hoje postar seu comentário no Blog do Almeida, certamente seria um estupefato expectador das facetas dessa política matreira que a todos nós envergonha... Vamos às pizzas maranhenses então! Salve, salve, Roberto!
ResponderExcluirMarcelo Jorge foi feliz ao completar a nota sobre SARNEY E COLLOR. Seria interessante ter Maquiavel como observador da cena política brasileira. No mínimo o autor de "O Príncipe" iria dar uma sequência ao seu famoso tratado sobre as tramas em torno do poder.
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